novembro 13

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STELLA: Quando a ficha cai….

Stella – 04/11/2014: Quando a ficha cai….

 

Querido Blogueiro amigo.
Relendo seu post (nota do Blogueiro: “TOCO não é gelo minha gente!!!”), para mim, hoje, fica muito claro o que é o TOCO, e eu resumiria em duas palavras, AMOR PRÓPRIO, mas confesso, isso vem de um amadurecimento muito grande da mulher, é algo como você disse que vem de dentro é uma atitude emocional madura, centrada, fazendo isso pelos sues motivos pessoais, pois é naquilo que cada uma de nós acreditamos.
Na realidade, eu confesso, que ainda não cheguei a este ponto, mas estou a caminho, na estrada de me valorizar e acreditar em mim mesma e nos meus princípios.
Fiquei sete anos sem nenhum relacionamento estável e agora em um relacionamento de quase 5 meses, consigo compreender melhor suas postagens e me colocar nas situações que você descreve em seus textos, confesso que até então eu não conseguia internalizá-los, mas agora com o relacionamento indo para uma nova etapa.. entendo que uma fase nova se inicia pois as necessidades de cada um de fato começam a aparecer, os anseios começam a brotar de modo diferente.
Percebo que a minha colocação como namorada na relação tem que ser muito sutil, pois ele com muito pouco já me disse que se sente cobrado, e confesso que não me acho ditadora, cobradora, ou algo do gênero. Mas percebo que a linha do querer algo da relação e ” cobrar” é muito tênue, até onde posso ir sem invadir e respeitar o espaço do outro, mas ao mesmo tempo se colocar como namorada.

Parabéns pelo Blog, aguardando o seu livro, e quem sabe um post sobre relacionamento que já não está na fase da conquista, mas sim que se está criando um vínculo e afinidades um pouco maiores e como lidar com isso.
Forte abraço.

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Nota do Blogueiro:

A linha é tênue mesmo e o processo de tomada de consciência primeiro e ajuste de atitude depois, leva um tempo mesmo. Stella nos ensina aqui um outro ponto muito importante: depois que a ficha cair, não seja demasiadamente severa consigo mesma! Não se cobre por resultados imediatos, mudanças radicais ou repentinas. Não é assim que as coisas funcionam com nós seres humanos. Mudar leva um tempo mesmo, é um percurso de erros e acertos. O mais importante é perceber e reconhecer onde erramos, ou onde provocamos as reações que são adversas e/ou alheias aos nossos objetivos. Essa é a parte mais difícil. O resto vem como consequência.