dezembro 03

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O HOMEM SEPARADO

 

Para essa volta ao Blog, separei uma série de questionamentos recorrentes, que apareceram nos comentários dos vários posts ao longo de mais de 3 anos, cujas respostas foram aos poucos tomando corpo e acabaram virando razão para um post específico. As seguidoras mais antigas e/ou mais assíduas na leitura desses comentários provavelmente já sabem o que irão encontrar aqui, mas há sempre uma grande renovação de público no Blog, gente que por absoluta falta de tempo não consegue olhar muito além dos textos propriamente ditos e é para essas pessoas então que essa série de posts foi pensada. O primeiro deles vai ser esse sobre o homem separado que muitas de vocês solteiras acabam esbarrando por aí…

 

Foi-se o tempo (ainda bem!!!) em que o homem ou a mulher separados eram estigmatizados na sociedade. Mas nem sempre foi assim… Até a promulgação da Lei do Divórcio em 1977 por obra do Senador Nelson Carneiro, existiu uma proibição de fato e de direito para que as pessoas separadas pudessem se casar de novo no Civil. Havia uma esquisitice jurídica chamada “desquite”, que na prática não servia para nada, onde os cônjuges atestavam em juízo a separação de corpos, figura essa que durou até a promulgação da Lei em vigor até hoje.

 

Atualmente a separação foi completamente assimilada culturalmente, com todos os prós e contras do caso, e é raríssimo encontrar algum tipo de restrição formal ou de princípio ao relacionamento com alguém que tenha tido um outro casamento. Tudo certo, correto? Pois é aí que entramos nós…

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Texto extraído do livro DESVENDANDO OS HOMENS 2: O FIM DA SAGA

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